Sobre o autor


Vivo a vida que sonhei. Trabalho como escritor. Não riam! Um trabalho, dizem, é aquilo que te sustenta financeiramente. Ué, eu pago minhas despesas com poesia. Agora não conseguiram segurar a risada? Sim, escrevo um poema, ganho uma grana em algum concurso de poesia. Escrevo um conto, ganho mais alguns "contos" em outro concurso literário. Assim vou arrecadando o dinheiro necessário para viver sem ter que ser “pior do que um mendigo” (como um dia meu pai me disse que eu era) isto é, deixar que as pessoas que me amam paguem pela minha sobrevivência (ele estava certo).
Aliás, uma coisa que me ajuda muito a viver assim é o fato de viver sem contas pra pagar. Isso mesmo, não tenho contas a pagar. A isso, agradeço ao Fernando, tataraneto do barão de Mauá, que gentilmente me cedeu um quarto, em uma parte desativada de um asilo de sua propriedade. Generosamente, ele me disse que eu poderia ficar por lá, sem pagar conta alguma, sequer de água e luz, até quando eu me mudasse para o “andar de cima”. Não, isso não foi um eufemismo. O andar de cima é um asilo em plena atividade. Moro no andar inferior, com uma vista "superior" para as árvores e vários macaquinhos.
Como conheci o tataraneto do Barão? Quando fui procurar um lugar para abrigar cinquenta tailandeses. O grupo em questão me convidou para morar com eles. Por seis meses, morei e convivi com esse povo incrível em uma chácara alugada do tataraneto do Barão, também sem pagar contas e ainda ganhando algum dinheiro como intérprete. Eu os conheci no aeroporto...
Minha vida é assim, cheia de surpresas, desde o dia em que decidi viver a vida como eu a queria, e não como as pessoas esperavam que eu a vivesse. Isso foi no ano de 2003.
Após trabalhar duro no Japão, em turnos de até 15 horas por dia, consegui juntar dinheiro para pagar por um mestrado na Austrália. Mas, enquanto estudava na University of Sydney, percebi uma coisa curiosa. Por que fui trabalhar no Japão e por que fui estudar na Austrália?
 Ora, no fundo, eu só queria viajar, conhecer novas culturas, viver para poder contar boas histórias, ser escritor. Então, por que estava estudando Marketing? Para conseguir um bom emprego para ganhar bastante dinheiro para comprar uma boa casa e um bom carro para logo depois pagar o IPTU e o IPVA desses bens e comprar mais bens “essenciais” para ganhar mais contas para pagar. Tudo isso sem vírgula mesmo, sem pausa. Ora, isso é a vida que eu não queria. O que eu queria? Queria viajar e escrever sobre minhas viagens. Queria morar no mundo e só pegar carona em todos os carros. Simples assim.
Eu tinha 27 anos quando decidi isso. Juro que não sabia que nessa idade Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones, Kurt Cobain, Amy Winehouse (essa eu não poderia saber mesmo, só se fosse vidente) morreram com essa idade. Creio que é uma idade crítica, a idade em que os jovens sonhos envelhecem em um único segundo. Enfim, ao invés de morrer ou deixar o meu sonho morrer, preferi viajar, como escrevi na orelha do meu primeiro livro: “Uma viagem sem destino é um suicídio sem morte”.
Melhor do que morrer de verdade, não acham? Assim, viajei. Decidi deixar a Austrália e voltar para casa pelo caminho mais longo, passando por 50 países. Oito meses depois, tranquei-me em um quarto na casa de minha querida irmã por um ano. Por um ano, só escrevi. Vi que escrever não era tão fácil assim. Em uma grande fogueira, desistia de escrever. Para logo a vontade renascer como uma fênix.
Era preciso viajar de novo, não para buscar coisas para escrever, mas apenas para viver. Na minha primeira viagem, preocupei-me demais com os lugares, as sete maravilhas do mundo, esquecendo-me de que quem construiu as maravilhas foi o ser humano. Isso, as pessoas! Saí em busca delas, para, quem sabe, me encontrar entre elas. Botei o pé na estrada de novo. Desta vez, torrei tudo na estrada e continuei viajando, sem grana. Dormi entre mendigos e malucos, nas ruas e nas matas, peguei carona, andei centenas de quilômetros... Voltei para casa e escrevi o meu primeiro livro: “Além do Horizonte”.
Por insegurança, não tive coragem de mandar para as editoras. Mandei para apenas uma e não recebi resposta. Pronto, mais uma vez achava que seria isso, o fim antes do começo. Então, meu padrasto me disse, entregando um envelope com dinheiro, parte de uma herança dividida entre 9 irmãos: “Para o seu livro”.
Olhando para o envelope, lembrei-me das palavras do meu grande amigo, Felipe, que sempre acreditou mais em mim do que eu jamais poderia acreditar. Ele dizia que era inútil as outras pessoas acreditarem em mim se eu mesmo não acreditava. Lembrei-me das palavras do pai dele, durante o funeral de seu filho, meu amigo Felipe: Escreva um livro pra ele. Peguei a grana. Paguei para publicar o livro, dedicado a ele, e lançá-lo, no dia de seu aniversário. 
Agora, vinha o trabalho. Carreguei livros para vendê-los. Debaixo de chuva, carreguei a sinopse do livro para divulgá-lo. Sucesso de vendas entre amigos. Fracasso nas cidades desconhecidas. Carreguei mais livros e, quanto menos vendia, mais pesado eles ficavam. Quem disse que escritor não sua?
Veio o segundo livro, Amor sem Fronteiras, também pago. Com ele, veio a primeira premiação, pela União Brasileira de Escritores,  realizada no Teatro da Academia Brasileira de Letras. Porém, o maior prêmio deste livro foi tê-lo lançado no dia do aniversário de minha musa, Patrícia. Nunca esquecerei o seu sorriso, após entrar na fila para pegar um autógrafo. Disse a ela que o seu livro tinha um marcador de página especial, que marcaria a história de nossas vidas. Quando ela puxou o marcador, encontrou a aliança...
Veio o terceiro livro, Contos do Sol Nascente, agora, pago pelo Governo do Estado de São Paulo. Vendi mil livros, arrecadei dez mil reais. Doei cada centavo para entidades beneficentes. Isso porque, muito melhor do que receber é dar, com amor. Uma forma de agradecimento por tudo o que tenho recebido durante estes anos dedicados à literatura. O livro recebeu três prêmios literários... e o sorriso de meus pais.
Veio o quarto livro, Cem pequenas poesias do dia-a-dia e, com ele o maior prêmio que um escritor como eu poderia receber. A publicação de sua poética obra premiada na ocasião e uma viagem. Foi durante a cerimônia de premiação, realizado no Teatro Celina Queiroz, na Universidade de Fortaleza, que contei um pouco do que aqui está escrito para o público presente. Após falar, o que imaginei ser um monte de besteiras, recebi vários comentários, de pessoas que me agradeceram... dizendo que eu era um exemplo de que sonhos são possíveis.
Sim, há alguns anos, sonhava em ser escritor. Hoje sou. Talvez não seja um escritor consagrado, mas sou escritor. Vivo de minha escrita, com alegria.
Por isso, gostaria de dizer que se vocês têm um sonho lutem por ele. Mas devo alertá-los, se não tiverem a capacidade de fazer algum sacrifício pelos seus sonhos, nem tentem correr atrás deles. Será perda de tempo.
Já passei fome, solidão, dormi na chuva, mas sempre imaginei o quanto isso seria bom no final, porque sabia que isso daria uma boa história para contar. Já carreguei cem livros nas costas para vender apenas um. Já pensei que não ia dar certo e superei. Já ouvi muitos "não" e pessoas me dizendo que o que eu fazia não era trabalho, que era hora de trabalhar de verdade e deixar de ser vagabundo. Já riram de mim... Mas, agora, eu rio, não deles, mas para mim.
Também, se não tiverem a capacidade de abrir mão do superficial para irem atrás de seus sonhos, não abram, permaneçam na superfície das coisas. Isso não é errado, se isso traz alegria profunda. Para mim, bens materiais não me iludem. Eu não ligo quando tenho que ir aos locais a pé, por não ter carro. E sinto orgulho de andar na garupa da moto da minha mulher, quando temos que ir a um lugar mais distante. Ouvi de alguns amigos (dois muito próximos) que teriam vergonha de ir na garupa de uma mulher. Acho besteira, por que isso? Quem não ficaria orgulhoso de seguir uma grande mulher?
Não tenho casa, moro em um quarto, em um asilo afastado. Cozinho coisas simples em um fogareiro elétrico. Lavo a louça na mesma pia do banheiro e lavo a roupa em uma bacia debaixo do chuveiro.
Há anos não compro sequer uma peça de roupa para mim. Tudo é presente que recebo de pessoas queridas, em meu aniversário, no Natal e em qualquer outra data especial ou não. Não ligo para marcas ou estilos, visto o que ganho e posso dizer que estou vestido com a melhor grife do mundo. Estou vestido com a marca do amor.
Minha família me dá o apoio que preciso para caminhar. Retribuo quando posso, não porque é preciso, mas porque isso me traz uma alegria muito grande. Por exemplo, com o dinheiro de meu primeiro prêmio literário, tive a felicidade de poder comprar uma viagem para minha mãe e meu padrasto. 
Meus amigos me dão amizade sincera (o que um cara como eu pode dar a eles, se fosse um caso de amizade interesseira?)
Minha esposa me dá a maior prova do amor verdadeiro: a liberdade. Ela me faz acreditar ainda mais que sonhos são possíveis. Ela me apoia e eu a apoio. Juntamos os nossos sonhos e assim os realizamos juntos.
Meus amigos e amigas , se vocês estiverem prontos para isso tudo, viver o amor "que ninguém vê" e relevar as coisas supérfluas da aparência, aí sim, estarão prontos para viver um sonho. Talvez, tudo isso que estou dizendo seja apenas uma grande besteira. Mas é uma besteira com a qual sonhei e realizei. Não estou aqui para dizer que o que vocês estão fazendo é errado. Estou aqui para dizer que o que eu fiz foi certo, para mim. Cada um tem o seu sonho e a opção de vivê-lo ou não.
Eu vivo o meu. Torço para que todos vivam os seus sonhos. Ou melhor, que sejam felizes com as suas realidades, frutos de um sonho realizado ou não.
            Felicidades e muito obrigado a todos que tornam possível a realização de meus sonhos!
            Um grande abraço!
André Kondo


PS: Escrevi esse texto em meu blog no dia 30 de junho de 2012. De lá pra cá (janeiro de 2014) algumas coisas mudaram. Agora moro em um apartamento com minha musa. Tenho contas para pagar, mas também consigo pagá-las... E ainda daquela forma, pago conta de água com poesia, a conta da internet é com crônica e quem não gosta de boa comida por só um conto? E sabe aquele prêmio pelo livro de poesia? Pois é, viajei apenas com poesia. Percorri mais de dez mil quilômetros nos Estados Unidos com 500 dólares que ganhei com um poema e as passagens que ganhei (como prêmio da Unifor) do Brasil para lá. Visitei meus escritores favoritos, peguei carona com Jack Kerouac, ouvi o Uivo em São Francisco, pesquei as letras de Melville na varanda da casa dele, visitei o Profeta Gibran, procurei (e não encontrei) por Salinger nos campos de New Hampshire... ah, então é isso, continuo teimando em ser escritor... e continuo apaixonado pela minha musa!

19 comentários:

Fernando Azevedo disse...

Caro André, li toda a sua história e fiquei muito encantado e emocionado com a beleza da simplicidade que é você. Acho que essa é a tônica da vida, a simplicidade, pois tudo que é simples é muito mais profundo e transformador. Sempre persegui os meus sonhos e nunca desisti deles. Consegui realizar alguns, e outros ainda estou na rota de realizá-los. Quero fugir, cada vez mais, desse consumismo louco e desenfreado que nos acorrenta a um mundo que não reconheço como meu. Pode parecer incrível para muitos, mas, apesar dos meus 53 anos, nunca saí do Brasil, e um dos meus maiores sonhos é viajar, não só para conhecer lugares porém, sobretudo, para conhecer as pessoas que fazem esses lugares serem especiais. Achei muito bonito quando você fala do "amor que ninguém vê". Acho que sei exatamente desse amor, porque o sentido que me move vai muito além do concretismo exacerbado desse mundo. Algumas pessoas me falam coisas sobre mim, como se enxergassem esse amor. E acho que algumas até enxergam mesmo, pois creio que não estamos sozinhos no que tange a esse “amor invisível”. Ainda bem! Sou Bailarino, então a minha poesia é a do corpo, através do qual a Dança me faz viajar por lugares incríveis de minha alma, o que me faz sentir muito privilegiado por ter recebido um dom tão especial. E você tem o seu dom, que o tem levado a viver, de verdade, os seus sonhos. Agradeço pela sua belíssima história de vida, que muito me incentivou a não desistir de tudo o que ainda quero viver. E vou viver. Um abraço e muitos novos sonhos pra você! Fernando Azevedo – Niterói – Rio de Janeiro
e-mail: fernandoazevedo10@hotmail.com

André disse...

Caro Fernando
Eu que agradeço! Muito obrigado pelo seu belo depoimento. Sempre fico feliz quando encontro pessoas que acreditam em seus sonhos!
A sua poesia é uma das mais belas. Sempre me sinto limitado com as palavras, nada pode superar a lírica da vida. A dança transcende esse limite. Lembro-me de uma vez, em que levei minha mãe para assistir a uma peça (O pequeno príncipe). Quando vários bailarinos subiram ao palco, minha mãe abriu levemente os lábios, seus olhos brilharam... Não sei explicar direito, mas naquele instante, senti como se minha alma dançasse também...
Não era você naquele palco (creio eu), mas agradeço mesmo assim, pois ao tocar o mundo com o seu dom, acredito que está fazendo dele um lugar em que se vale a pena viver.
Um grande abraço, obrigado de novo, e boa viagem!

Luzia Stocco disse...

Poxa vida, André, só agora parei e entrei em seu blog, e que surpresa deparar-me com a sua história! Identifico-me com ela, em alguns aspectos, pois me considero uma vencedora...de meus sonhos.Admiro sua proeza, sua sensibilidade e coragem, pois só os corajosos e fortes cruzam caminhos, avançam, recuam, buscam novamente e acreditam que os sonhos são possíveis; aquilo que é o melhor para você! parabéns pela bela e apaixonante jornada. Abraço forte da Piracicabana e abraço também na Patrícia. E seu conto premiado no Escriba 2013, que maravilha de conto!

Ana Maria Gazzaneo disse...

Fazer-se o quê se acredita! Existe coisa que mais nos dá prazer? Existe
alguma outra forma de liberdade? Parabéns, Anjo-Poeta! Muito feliz em te conhecer! Em frente, grandioso dínamo da nossa Literatura! Sucesso sempre!

Ana Lucia Oliveira disse...

Caro André.
Ainda não tive a oportunidade de ler um dos seus livros. Trabalho na Etec João Gomes de Araújo em Pindamonhangaba e lá fiquei sabendo que teríamos no mês de outubro a presença de um escritor. Procurei saber mais a respeito e cheguei nesta página. Garanto que o pouco que li a seu respeito me deixou encantada. Você não apenas "existe" você "vive", vive de maneira simples e intensa.
Parabéns e um grande abraço.
Ana Lucia - Pindamonhangaba - SP
e-mail: analuciaoliv@ig.com.br

Ana Lucia Oliveira disse...

Caro André.
Ainda não tive a oportunidade de ler um dos seus livros. Trabalho na Etec João Gomes de Araújo em Pindamonhangaba e lá fiquei sabendo que teríamos no mês de outubro a presença de um escritor. Procurei saber mais a respeito e cheguei nesta página. Garanto que o pouco que li a seu respeito me deixou encantada. Você não apenas "existe" você "vive", vive de maneira simples e intensa.
Parabéns e um grande abraço.
Ana Lucia - Pindamonhangaba - SP
e-mail: analuciaoliv@ig.com.br

André disse...

Muito obrigado, Ana! Fiquei feliz em te conhecer e a todos da ASES, que tão bem me receberam. Espero voltar a Bragança um dia! Abraço!

André disse...

Cara Ana Lucia, muito obrigado! Foi uma grande alegria visitá-los na Etec em Pindamonhangaba! Muito obrigado pela calorosa acolhida! Estendo o meu abraço e agradecimento a todos da escola! Abraços!

Gilberto da Costa Ferreira disse...

Prezado André, em meu aniversário de 08/12/65, quando completei 18 anos, ganhei de presente de meu pai uma folha de eucalipto que a guardo até hoje. Nela constava os seguintes dizeres: "Gilberto, na tua idade é difícil dar valor a esta folha de eucalipto, entretanto, ela é o meu cartão de felicitações. Feliz aniversário. Papai". Depois de muito tempo, e longe das atribulações do cotidiano, consegui entender suas palavras. Hoje, alquebrado pela idade, faço das palavras de meu pai, as minhas. Sua história de vida é uma lição de vida, em cada momento de sua vida! Seja sempre feliz querido colega de letras. Profº Gilberto.

André disse...

Cara Luzia, obrigado pela visita! Fico feliz que tenha gostado do meu conto do Escriba. Um grande abraço a você e a todos de Piracicaba! Pode deixar que darei um abraço em minha musa, por você... e por mim, todos os dias!

André disse...

Prezado profº Gilberto, obrigado por compartilhar o seu belo relato. Também fico emocionado ao lembrar de tantas lições que meu pai me passou durante a minha infância... Como a maioria dos filhos, também demorei para compreender a sabedoria do meu pai. Ainda bem que logramos fazê-lo! Um forte abraço!

Mitomaníaco disse...

E é nítido no texto que estudar marketing não foi em vão hahaha. Parabéns André. A luta continua.

André disse...

Nenhum conhecimento é inútil, rss. Obrigado!

Fabiana Naka disse...

André Kondo, conheci um pedacinho da sua história no programa "Hora do Enem", fiquei encantada com o relata de sua jornada em busca de seu grande sonho! Sinceramente batalhando pelo meu.Agora tenho você como mais uma fonte de inspiração. Parabéns e muito obrigada.
Abraço. Fabiana Naka

sabrina mendes disse...

Obrigada por tudo André. Suas palavras foram boas companheiras hj no festival japonês. Fui tirar uma foto pra fazer graça e encontrei seus amáveis colegas e livros. Quanta alegria, delicadeza e magia. Falando em sonhos, hoje me imaginei morando na Ásia, logo pensei que pra isso bastaria seguir a mesma receita do mestrado, arrumar algum curso pra ter a desculpa de viajar. Agora me deparo com teu artigo aqui no blog..rsrs
Ei, como faço pra saber quando você vai expor ou dar workshops por sampa ou brasilia? Queria muito poder autógrafar os livros que vou oferecer de aniversário ao meu "muso" =)

PS. Em San Francisco tive a companhia de Oliver Sacks e de Sogyal Rinpoche

Abraço grande
Sabrina

André disse...

Fabiana, fico feliz que tenha assistido ao programa. Força em sua caminhada pela realização de seu sonho! Obrigado!

Sabrina, obrigado pela sua visita ao estande da ANBE. Na aba superior você poderá acessar a minha agenda. Meu próximo evento em São Paulo será no dia 10/09/2016. Que experiência interessante você deve ter passado em San Francisco!


Abraços!

Heitor K.Yokomizo disse...

Olá André, tudo bem ? Parabéns pela sua jornada que está em curso ... espero que muito rica! Assisti sua entrevista no "Hora do enen" reprise(jan/2017), foi bom ! É bom ver gente disposto a pagar o preço do sonho ! Se foi caro ou barato? depende de aproveitar bem a experiência. Você já leu "Ismael" e "Meu Ismael", e outros títulos de Daniel Quinn ? Há mais gente questionando a nossa forma de viver ...
Grande Abraço, Heitor.

Sonia Regina Rocha Rodrigues disse...

Maravilha de blog.
Já havia ouvido falar de O pequeno samurai.
Agora, que tive a oportunidade de ler alguns trechos de seus livros, comprei alguns, estou aguardando chegarem para degustar, adoro a cultura japonesa, tenho convivido com sanseis toda a minha vida, fui ao Japão com eles e adorei tudo - comida, ofurô, templos, comportamento.
Desejo a você muito sucesso, seja feliz com sua musa e nos brinde com mais e mais livros.

MademoiselleBoujur disse...

Te conheci no Festival do Japão aqui em Brasília esse ano(2017) e comprei um pequeno livro de poesias, eu só queria comprar se o livro fosse seu, afinal vc estava fazendo seu trabalho de divulgação, nada mais justo comprar um livro seu e não de outro autor. E também, fui com a sua cara....risos. Faça sempre o que seu coração mandar, sempre no caminho da felicidade e do bem.