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Sinopse: Uma viagem por ancestrais valores: a pétala da cumplicidade,
a carpa da verdade, a pérola da salvação, o hashi precioso, a espada da
perfeição, a montanha humana, a máscara da sinceridade, a ikebana da conquista,
a casa de banho da saudade, o jardim do ego, a dança da aceitação, o haicai da
eternidade, o templo do recomeço, a caligrafia do amor... O Japão que renasce a
cada conto.
*Prêmio Humberto de Campos, UBE-RJ
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Gênero - Crônica - In House - 2013
Palavras são poderosas, porque contêm significados firmes... Quer dizer, nem sempre.
Por exemplo, o que é bunda na Austrália? Adianto que não é nada rechonchudo. Aonde você chega, na Coreia, com a palavra Jeondeungsa?
Há palavras inúteis? Que palavras usamos para mudar o significado de uma loja de tapetes na Índia?
E nem precisamos ir para fora do Brasil para nos metermos em trapalhadas com o idioma... Em Manaus, quem pedir um simples bombom pode acabar levando bala!
Palavras de areia reúne situações reais em que o autor enfrentou arenosas confusões linguísticas. Mas ainda bem que a sua língua sobreviveu para contá-las...
* Prêmio Alejandro Cabassa - UBE-RJ
* Prêmio Estímulo de Cultura
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Gênero - Poesia - UNIFOR - 2011/2012
O que pode ser considerado pequeno?
Uma formiga, uma gota, uma concha, uma semente?
E o que é poesia?
Há lírica em uma xícara, um prego, um semáforo quebrado?
E o que é o dia-a-dia?Uma formiga, uma gota, uma concha, uma semente?
E o que é poesia?
Há lírica em uma xícara, um prego, um semáforo quebrado?
Um calendário, um jornal, o relógio da cozinha?
Quando nos permitimos um novo olhar sobre o cotidiano, descobrimos que a grandeza da vida é feita de pequenos detalhes...
"Cem pequenas poesias do dia-a-dia" celebra essa grandeza.
* Prêmio de Literatura UNIFOR 2011
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Ao viajarmos por este livro rumo ao Japão, encontraremos a pintura da perfeição de mestre Tsuji, a mira do destino no arco de Satoru, o brilho da relíquia nas mãos de Koetsu, os contornos do vaso dos cinco elementos de Eiti, a faixa preta do órfão Kentaro, as batidas do silêncio do tambor de Hayashi, o sabor de um chá que demorou sete anos para ser preparado... Por que os Contos do Sol Nascente emocionaram tantas pessoas nos países do poente, recebendo tantos prêmios literários no Brasil e em Portugal? Talvez porque entre o nascente e o poente... brilha uma única alma humana.
* M. H. Prêmio Esfera das Letras - Portugal
* Prêmio ProAC - Governo de São Paulo
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Gênero: Crônica / Relato de viagem - 2009
* Prêmio Paulo Mendes Campos - UBE-RJ 2010
Há momentos na vida em que desejamos simplesmente que tudo acabe. Momentos em que desejamos apagar o passado, ignorar o presente e abandonar o futuro. Mas tomar uma estrada sem volta talvez não leve a lugar algum. A única saída é deixar tudo para trás e viajar sem destino, sem dinheiro, sem nada. Porque uma viagem sem destino é um suicídio sem morte, é uma fuga em que o perseguidor é o próprio fugitivo, é se perder para se encontrar, é alcançar o horizonte sem saber que é impossível, e é a única chance de alguém que quer morrer... viver de verdade.
Uma história real de peregrinação, escalando o Monte Roraima, navegando para uma paradisíaca ilha do Caribe, cruzando a selva amazônica, seguindo os trilhos da morte da Madeira-Mamoré e a rota para uma fortaleza perdida nos confins do Brasil, pegando carona nas estradas mais remotas e pedalando uma velha bicicleta pelo Pantanal, caminhando quilômetros para chegar em algum lugar, além do horizonte...
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8 comentários:
A tua proposta é muito interessante! Parabéns por todas essas conquistas, com certeza foi merecedor, depois de tanto esforço.
Tô aqui na curiosidade pra ler o primeiro livro que inspirou o blog...
Abraços! :)
quero comprar, como faz?
Obrigado, Paty! Escrever está sendo uma aventura bem legal!
M. Lara, por favor, é só entrar em contato comigo por e-mail: kondoandre@gmail.com
Um abraço e obrigado!
Meu caro André,
Uma alegria conhecê-lo, conhecer tua escrita.
As tuas Palavras de Areia , escorrem pelas mãos, pelos dentes, e suportam a edificação de uma leitura muito prazerosa!
Parabéns!
José Huguenin
Caro José Huguenin, a alegria é recíproca! Obrigado pelas palavras gentis. E obrigado pelo presente. Saboreei "De manga a jiló provei na terra onde me batizei". A criatividade já começa no título bem servido e termina com uma deliciosa sobremesa de doce caseiro que só o interior sabe produzir. Grande abraço!
André,
Foi uma enorme satisfação conhece-lo.
Tenho certeza que sua história de vida mudou a vida de muitos de meus alunos e com certeza a minha. Obrigado.
Caro Maikon, também fiquei muito feliz em conhecê-los! Agradeço pela carinhosa acolhida e pela sua mensagem, que me incentiva a continuar em meu caminho literário. Um forte abraço para todos da Escola Magalhães! Muito obrigado!
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